quinta-feira, 29 de abril de 2010
domingo, 25 de abril de 2010

“O morango mofado se abre libidinosamente quando mordido
e sangra um sangue podre
ainda doce
envenenado pelo tempo com atmosfera terrena
para confundir paladares
Propor novos sentidos
Decompor-te consigo
à mesa, ao palco
Corpos no cardápio
em afagos de pus e saliva
P.S. Decifrei-te meu menu. Sinceridade é exagero e melodrama. Acompanhas-me até o fim nessa refeição?”
(Poesia escrita pelo ator Gabriel Jacomel durante o processo de montagem do primeiro ATO)
sábado, 3 de abril de 2010
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